O que tem a ver ensinar meu filho a ler e uma Geladeira?

O que tem a ver ensinar meu filho a ler e uma Geladeira?

Esses dias passeando pela cidade com meus filhos, Miguel e  Rafael. 

 

(Para te falar a verdade eu estava tentando distrair meus filhos enquanto minha querida esposa escolhia alguns produtos em uma loja de produtos de beleza – ela precisa se produzir para o maridão aqui 🙂 – e principalmente para as crianças não ficarem mexendo em tudo e derrubar mais um pote de shampoo como havia acontecido na última visita que fizemos à loja.

Não sei como são suas crianças, mas as nossas querem mexer em tudo, afinal elas estão descobrindo o mundo.

Para nós é muito fácil dizer – não mexa nisso menino!

Não mexa naquilo filho! 

Tire sua mão daí abençoado!

Mas, para a criança é muito complicado ver os adultos (mexendo em tudo) pegando os produtos e objetos nas gôndolas de lojas e supermercados e elas ouvirem: tire as mãos disso ou tire as mãos daquilo.

Convenhamos, toda criança é um explorador nato, um pequeno cientista que está descobrindo o mundo.

Não é nada bom para o desenvolvimento da criança ficar dizendo não para tudo, você concorda comigo?

Caso não esteja pondo a vida de ninguém em risco e o prejuízo que poderia causar não passar de alguns reais, assuma os riscos, deixe seu pequeno cientista explorar o mundo.

Bem, eu não estava muito a fim de ver mais um vidro de shampoo no chão, como na última visita à loja, então sai com meus filhos para dar uma volta pelo quarteirão.

De repente me deparei com uma geladeira em um ponto de ônibus!

Perguntei-me, o que uma geladeira estaria fazendo ali?

Neste vídeo é possível ver o que descobrimos e o que aconteceu depois quando a minha esposa me surpreendeu com esta gravação via whatsapp, o vídeo demonstra 2 momentos:

1- Quando descobrimos a geladeira no ponto de ônibus e

2- Quando fui surpreendido com este outro vídeo…

 

O que é a geladoteca?

Eu não sei bem onde começou esta ideia de usar uma velha geladeira para compartilhar livros, o importante é que livros são compartilhados e menos geladeiras estão indo parar no lixo.

Aqui em nossa cidade o projeto foi implantado pelo SESC, este foi nosso primeiro contato com esta ideia, as crianças amaram.

E eu não precisei ver mais um vidro de shampoo no chão!

As “geladotecas” se popularizam pelo Brasil com o principal objetivo de estimular o hábito da leitura. Talvez como uma das alternativas para reverter o quadro que quero discutir a seguir.

Por que 44% dos brasileiros não gostam de ler ou são considerados não leitores?

Leitor é aquele que leu, inteiro ou em partes, pelo menos 1 livro nos últimos 3 meses.

Não leitor é aquele que declarou não ter lido nenhum livro nos últimos 3 meses, mesmo que tenha lido nos últimos 12 meses.

O que quero dizer com isso?

Talvez muitas crianças e adultos não gostem de ler pelo simples motivo de ninguém nunca ter lido para elas, ou talvez, leram muito pouco em sua infância.

Mas, hoje com a popularização dos livros e dos meios de comunicação isso já não é mais problema. Podemos buscar livros em bibliotecas publicas, em “geladeiras” ou até receber os livros em casa por um baixo custo em clubes de livros.

Se o povo brasileiro não gosta de ler já está mais do que na hora de começar a mudar isso e esta mudança começa em casa.

Se o jovem brasileiro não gosta de ler, será que isso é um problema educacional ou cultural?

O que posso te responder é que a estimulação das crianças a desenvolver o fascínio pelo universo das letras precisa começar ainda muito cedo: o quanto antes possível, melhor.

 

E se não gostam de ler a culpa não é deles, talvez um dos principais motivos seja porque ninguém leu para elas ou talvez não aprenderam a ler direito.

Pensando neste grande problema eu separei 7 Dicas de leitura partilhada para te ajudar nisso e começar a mudar esta triste realidade ainda hoje, prevenindo que seu filho engrosse as estatísticas de que: brasileiro não gosta de ler.

O que é Leitura Partilhada?

Leitura Partilhada é a partilha do livro no qual o adulto lê e a criança acompanha a leitura de maneira atenta e envolvente. Esta é uma técnica de leitura interativa, a criança observa o que o adulto lê e relaciona a oralidade com os objetos e as palavras escrita que as representam.

No modelo de leitura partilhada geralmente usa-se livros de grandes dimensões (referidos como livro gigante) com impressões e ilustrações ampliadas. Isso não te impede de usar livros de outros tamanhos.

Eu particularmente prefiro usar livros de dimensões variadas, devido ao alto custo e a escassez de livros gigantes em português brasileiro.

Os primeiros anos são cruciais para a criança desenvolver o amor pela leitura ao longo da vida. Os pais são os principais agentes neste processo.

7 Dicas para Aumentar o Vocabulário de Seu Filho e que usei para ensinar meu filho a ler

Nunca é cedo demais para começar a ler para o seu filho!

As dicas a seguir oferecem algumas maneiras divertidas em que você poderá ajudar seu filho a se tornar um leitor feliz e confiante.

Experimente uma nova dica a cada semana.

Dê o seu melhor!

1 – Leia desde cedo e leia muitas vezes.

Leia para seu filho todos os dias. Faça isto abraçando seu filho de maneira amorosa para que ele sinta seu calor, traga ele para bem perto de você.

2 – Nomeie tudo

Construa o vocabulário do seu filho falando sobre objetos e palavras interessantes.

Por exemplo: “Olhe para aquele avião!

Essas são as asas do avião.

Por que você acha que eles são chamados de asas?”

São Chamadas de asas porque se parecem com as asas dos pássaros. (Use sua criatividade)

Peça à criança para apontar o objeto que você está nomeando, procure dar pistas para ela, a informação deve ser dada de maneira sistemática. Até que chegue o dia em que a criança aprenderá a ouvir a sua leitura sem tomar o livro de suas mãos.

3 – Diga o quanto você gosta de ler

Diga ao seu filho o quanto você gosta de ler. Fale sobre “o tempo da história”, começo meio e fim.

Deixe que seu filho te pegue lendo.

Coloque entonação e emoção em sua voz;

Leia para seu filho com humor e expressão. Use vozes diferentes. Entendeu?

4 – Saiba quando parar

No começo pode parecer um pouco difícil conseguir ler um livro com seus filhos, talvez eles tomem o livro de suas mãos para folhear ou fazer de conta que estão lendo.

Neste caso troque ou deixe o livro de lado por algum tempo se a criança perder o interesse ou está tendo problemas para prestar atenção. Se ela não está prestando atenção, mas, continuar próximo a você, continue a leitura.

Para manter a atenção da criança em vez de ler, você poderá apontar as figuras do livro e criar a sua própria leitura sem tomar o livro de suas mãos.

Até a criança adquirir o hábito de apenas ouvir a história, com certeza tomará o livro da suas mãos para manusear e fazer de conta que está lendo, imitando você.

Não se preocupe pegue outro livro para ler.

Mesmo que a criança não esteja prestando atenção na leitura, mas permanecendo a sua volta, seu cérebro estará absorvendo inconscientemente o que está sendo lido.

Lembre-se, o cérebro de uma criança é como uma esponja.

A criança vai querer folhear o livro, ou até fechar, tomá-lo de suas mãos, isto é perfeitamente normal, a criança estará começando a se relacionar com o livro.

5 – Seja interativo

Discutir o que está acontecendo no livro, apontar as coisas na página, e fazer perguntas.
Nesta etapa procure, sempre que possível, exigir respostas com sentenças completas, responda você mesmo até a criança aprender a responder corretamente.

A criança deve aprender a responder com uma sentença completa.

Ex: Quem comeu o porquinho?

Quem comeu o porquinho foi o lobo mau.

Você pode ler o livro e formular perguntas e a criança apontar.

Exemplo:

Qual é o leão?

E aguardar que a criança aponte a figura, caso ela encontre dificuldade aponte você mesmo: este é o leão.

6 – Conte outra vez

Vá em frente leia e releia o livro ou conto favorito de seu filho, se preciso leia 100 vezes o mesmo livro!

Esta é uma maneira simples de ajudar seu filho a memorizar poesias, por conta da previsibilidade ele poderá memorizar várias frases e refrões em rimas e parlendas.

7 – Ressalte a impressão do código alfabético em todos os lugares

Fale sobre a escrita também. Fale sobre as palavras escritas que você vê no mundo ao seu redor.

Mencione ao seu filho como lemos da esquerda para a direita e como as palavras são separadas por espaços.

A Leitura partilhada irá contribuir para que a criança adquira conhecimentos importantes na aprendizagem da leitura, a criança já saberá que na nossa cultura se lê da esquerda para a direita e que as palavras são formadas por sequências de letras e separadas por espaços vazios.

Procure sempre que possível correr o dedo sob o texto no sentido da escrita.

Vantagens da Leitura Partilhada

São várias as vantagens da leitura partilhada, mas a principal delas é a aquisição de vocabulário, a exposição aos livros contendo imagens, frases e palavras aumentam a exposição ao vocabulário e conceitos que raramente são usados em conversas do nosso dia a dia.

O PRINCIPAL AGENTE NESSE PROCESSO é a mãe e/ou o pai.

Não se esqueça de ter um tempo de leitura só para você.

As crianças tendem a imitar seus pais, por isso sempre é bom a criança flagrar você lendo, resista à tentação de ligar a televisão ou smartfone e leia um bom livro, quando possível, esta leitura é para você, leia seus livros técnicos, romances etc.

Se a criança não aprender a gostar de livros você já sabe de quem é a culpa.

E-book: As 7 Etapas da Leitura Precoce

Mais detalhes sobre a Leitura partilhada no E-book: As 7 Etapas da Leitura Precoce na nossa área de membros para assinantes.

As 7 Etapas da Leitura Precoce

Fobia Escolar

O que é Fobia Escolar? O Medo de ir à Escola: Causas, sintomas e tratamento

O que é Fobia Escolar 1

Fobia escolar,  de 2 a 5% das crianças que frequentam a escola são conhecidas por serem infligidas com essa fobia. Por isso, neste artigo quero fazer uma rápida abordagem sobre sua definição, possíveis causas, sintomas  os 6 passos para tratar a fobia escolar e o passo mais importante para superá-la.

Quem já não se deparou com esta cena?

“Acorda filho para tomar banho e ir à escola.

Tão logo a criança ouve a palavra escola, começa a ter alguns tremores, e tal como nos dias anteriores, perguntou se podia ficar em casa ou na casa da avó, porque se sentia com dores de barriga;

Não posso ficar só mais um dia em casa?”,

“Tenho que ir pra escola hoje?…”2

O que é fobia escolar?

Fobia Escolar – é medo de ficar sozinha na escola ou o medo de ir à escola. Pode ser definido como um medo irracional e anormal da escola, também conhecido pelo termo técnico didaskaleinofobia.

Muitas vezes, algumas crianças são conhecidas por apresentarem resistência para adentrarem na sala de aula ou irem à escola. No entanto, as crianças que fazem isso nem sempre têm medo da escola – raiva ou tédio são as razões mais comuns por trás de seu comportamento – elas simplesmente têm “coisas melhores para fazer” como se aventurar pelo mundo ou brincar.

No caso da fobia escolar, o simples pensamento de ir à escola pode desencadear um ataque de pânico. A maioria dos psicólogos acreditam que essa fobia geralmente é mais comum em crianças pré-escolares entre 4 e 6 anos. Isto é muitas vezes devido ao fato de que elas estão deixando a segurança de suas casas pela primeira vez. Muitas vezes, o diagnóstico desta fobia é difícil, porque a criança pequena não consegue expressar seus medos com precisão.

Causas da fobia escolar

Geralmente, aceita-se que as fobias resultam de uma combinação de eventos externos, ou seja, eventos traumáticos e predisposições internas – hereditariedade.

Muitas fobias específicas podem ser precedidas de um evento desencadeante específico, geralmente uma experiência traumática em uma idade precoce. Fobias sociais têm causas mais complexas que não são inteiramente conhecidas neste momento. Acredita-se que a hereditariedade, a genética e a química do cérebro se combinem com experiências de vida para desempenhar um papel importante no desenvolvimento de fobias. (Wikipedia – fobia3).

Como afirmado anteriormente, o diagnóstico da fobia escolar geralmente requer uma análise aprofundada, pois, a criança pode não ter medo da escola em si. Em vez disso, é o medo dos valentões, ou andar no ônibus escolar, ou um cachorro assustador encontrado no caminho para a escola, ou um professor que pode estar causando o problema.

Crianças com idades entre 4 e 6 que sofrem de fobia escolar geralmente têm medo da separação. Essas criança com medo de ir à escola, elas temem que não vejam sua mãe novamente depois de serem deixadas na escola, o medo do desconhecido e a saída de casa podem ser uma causa.

Um evento negativo ou traumático (o divórcio dos pais, a morte de um ente, etc.) neste momento também pode reforçar o medo da escola onde a mente recria a resposta fóbica repetidamente como mecanismo de defesa contra novos acontecimentos traumáticos.

Algumas adolescentes também podem sofrer de fobia escolar. Este é o momento em que a exigência escolar tende a aumentar tremendamente, e os alunos muitas vezes têm que lidar com tópicos difíceis em matemática, ciência, etc. Ao mesmo tempo, seus corpos também estão passando por mudanças associadas à adolescência e à puberdade e, naturalmente, pode ser difícil lidar com seus hormônios à flor da pele.

Em geral, o ambiente escolar inseguro (relatórios recentes de crianças que trazem armas e outros objetos violentos para a escola), bullying ou mudança para uma nova escola, são alguns dos fatores que podem desencadear a fobia escolar.

Geralmente as crianças que não apresentam este problema, têm por hábito partilhar com os pais o seu dia na escola e falar sobre os amigos de classe, na fobia escolar, é comum as crianças evitarem falar sobre assuntos relacionados com a escola, e quando falam, evidenciam normalmente sentimentos negativo.

É comum estas crianças se isolarem, até mesmo quando se tratam de atividades de carácter lúdico e ou no recreio, ficam pelos cantos, o que compromete seriamente a sua interação com os colegas.4

Sintomas da Fobia Escolar

A fobia escolar se manifesta sob a forma de vários sintomas físicos e emocionais.

De acordo com a Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescência (AACAP), uma fobia escolar pode incluir os seguintes sintomas:

  • Pesadelos

  • Ansiedade

  • Falta de ar

  • Respiração acelerada

  • Palpitações

  • Suor excessivo

  • Náusea

  • Boca seca

  • Confusão / incapacidade de raciocinar

  • Falta de atenção

  • Irritabilidade

  • Tremedeira

  • Sentimentos de impotência

  • Obsessão com o assunto da fobia

  • Medo ou Sentimentos descontrolados

  • Dores de cabeça

  • problemas para dormir

  • medo de ficar sem seus pais

  • apego

  • Medos exagerados de monstros ou seres sobrenaturais

  • medo do escuro

  • uma incapacidade de deixar um dos pais fora de seu campo de visão

  • preocupação inexplicada sobre danos que supostamente venha a acontecer aos pais ou a criança

  • birras

  • uma recusa em frequentar a escola

  • dores físicas como dores de barriga ou dores de cabeça

Os sintomas da fobia escolar também podem incluir:

  • tremedeiras e tremores inexplicados

  • sudorese

  • choro excessivo

  • uma recusa absoluta de ir à escola

  • medos do professor ou dos estudantes

  • fraqueza ou sentimento de estar extremamente doente

  • Problemas de concentração na escola

  • desconexão social

  • não ouvir o professor

Crianças mais jovens podem chorar, gritar ou ter um ataque de ansiedade só de pensar em ter que ir à escola. Fingem estar doentes para evitar a escola. Alguns também tendem a chorar a noite toda. Isso pode ser muito frustrante para os pais, pois, muitas vezes eles não sabem como ajudar a criança a aliviar a ansiedade.

A criança pode ter pensamentos constantes sobre morte (especialmente a morte dos entes queridos) enquanto está na escola. Outras fobias também podem ser vistas na criança, incluindo o medo de ficar sozinhas, o medo do escuro, o medo de monstros, fantasmas etc.

Tonturas, palpitações cardíacas, boca seca, transpiração excessiva, falta de ar, náuseas e ataque de pânico são alguns dos outros sintomas da fobia escolar.

Os adolescentes podem não falar sobre a sua fobia, no entanto, eles demonstraram comportamentos de evasão, como encontrar doenças ou desculpas falsas, etc., para evitar ir à escola. A depressão é um sintoma comum da fobia.

A fobia pode afetar toda a família e não apenas o indivíduo que sofre dela.

Superando a fobia escolar

Se seu filho sofre com o medo da escola, tenha a certeza de que é uma condição completamente tratável. Pode ser extremamente frustrante e avassalador ver a criança em dificuldade todos os dias, mas lembre-se de que as crianças mais jovens são mais maleáveis ​​do que adultos, então a terapia é muito provável que seja bem sucedida.

6 passos para tratar a fobia escolar

Há tratamentos e medidas que podem ser tomadas para ajudar a criança que tem medo de ir à escola. O tratamento da fobia escolar deve contar com uma equipe multidisciplinar disposta a ajudar a criança ou o adolescente com o objetivo de ajudá-los a superar seus medos.

Na mente de uma pessoa que sofre de algum tipo de fobia, o medo é tão real quanto qualquer outra coisa em sua vida e precisa ser ajudado para superar essa fobia.

A Aspen Education Group afirma que essa equipe multidisciplinar deve incluir pais, professores, terapeuta familiar, profissionais da escola e um psiquiatra.

1 – Contacte o pediatra da criança

O primeiro passo mais importante, é procurar o médico da criança.

A primeira coisa a se fazer quando a criança apresentar uma reação não natural, um medo excessivo da escola, é entrar em contato com o pediatra da criança.

O pediatra poderá fazer um exame para descartar qualquer doença que a criança esteja passando ou inventando. Diagnosticar o problema corretamente é um passo extremamente importante para tratar crianças com um medo extremo de ir a escola.

2 – Observação

Uma das etapas para tratar uma criança com algum tipo de fobia é observá-la em casa e na escola, esta etapa é importante, pois, a criança demonstrará os sintomas da fobia em ambos os ambientes. Em casa a criança ficará mais apegada a alguém, terá pesadelos e resistência ou dificuldade para deitar-se e dormir.

Observar a criança é fundamental para identificar se ela realmente apresenta uma fobia. Ao observar a criança na escola uma extrema rejeição a classe e ao professor pode ser eliminada ou identificada.

3- Diagnóstico correto

A criança que está sob observação deve ter um diagnóstico correto para não confundir fobia de escola com a simples ansiedade causada pela separação. Uma criança ou adolescente que apresenta um quadro de ansiedade de separação terá os mesmos tipos de sintomas que uma criança com uma fobia escolar.

A principal diferença entre os dois casos é que as crianças que apresentam o quadro de ansiedade pela separação se acalmam depois de estarem na escola por um tempo. Uma vez na sala de aula e longe dos pais por um período de tempo suficientemente longo, seus medos são aliviados, e começarão a agir normalmente.

Já a criança com medo da escola não melhora com o tempo, procuram alguma forma de sair da situação. O quadro de fobia tende a agravar-se e apresentando mais sintomas quando longe dos pais ou na escola.

4- Plano de ação

Uma vez a criança observada e diagnosticada corretamente o próximo passo é trabalhar em conjunto com o professor, terapeuta, funcionários da escola, psiquiatra, o pediatra e a criança para criar um plano de ação.

Este plano deve incluir como primeiro passo a exposição ao ambiente que causa a fobia. Os objetivos de curto e longo prazo devem ser definidos. Cronogramas para atingir as metas devem se incorporados no plano de ação, para facilitar o rastreamento do progresso da criança. A Aspen Education Group5 sugere que essas sessões geralmente incluam métodos de dessensibilização, terapia comportamental cognitiva, terapia de suporte educacional, psicoterapia e, possivelmente, medicação.

5 – Dessensibilização Sistemática – PPCCI6 e Terapia Cognitivo Comportamental – TCC

Um próximo passo para ajudar a criança é confrontar seu medos, isso é geralmente feito com ela frequente a escola por um período de tempo, com ou sem um dos pais. As vezes um dos pais é solicitado para comparecer a escola para aliviar um pouco da ansiedade da criança.

Posteriormente a criança é convidada para participar da aula por um tempo sozinha, sem os pais. Os acometidos desta fobia precisam aprender a tolerar seus medos, da mesma forma, que pessoas com outras fobias.

No ambiente escolar a criança precisa encontrar o apoio emocional de seus pares, professores e demais funcionários da escola.

A dessensibilização ocorre quando o indivíduo é confrontado com seu medo passando um tempo com o objeto de sua fobia. Isso exige que a criança vá para a escola incrementando-se longos períodos de tempo para ajudá-la a superar seus medos.

6 – Tratamento contínuo

O suporte emocional, medicamentos e terapias devem continuar durante o processo de dessensibilização e além dele, pois, o indivíduo acometido pela fobia pode ter uma recaída se não forem tratados depois de aliviados os sintomas.

Alguns especialistas sugerem que a criança frequente a escola regularmente somente um anos após o início do tratamento. Devido a individualidade de cada caso o tratamento deve seguir um período específico de tempo adaptado de acordo com o progresso da criança.

Tratamento

  • Terapia cognitivo-comportamental (TCC)

  • Estratégias de relaxamento

  • Terapia cognitiva (TC)

  • Exposição In vivo

  • Prevenção de Resposta (EPR)

  • Hipnoterapia

  • Terapia de Grupo

  • Psicoterapia

  • Psicologia da energia (EFT)

  • Medicação

  • Meditação

A música, a respiração e outras ferramentas de relaxamento são conhecidos por serem de grande ajuda (especialmente em adolescentes) quando enfrentam o medo da escola.

É vital que você, como pai ou mãe, apoie a criança durante esse período. É importante descobrir por que a criança tem medo da escola, é necessário conversar com a professora ou a supervisora da escola quanto à fobia.

Os medicamentos fornecem alívio muito necessário da ansiedade sofrida pela criança, no entanto, estes devem ser tomados apenas sob a orientação de especialistas e apenas em casos muito graves. Além disso, é essencial notar que as drogas não superam a fobia, em vez disso, elas apenas reduzem os sintomas.

O tratamento por medo de ir à escola não se resolve apenas com uma única visita ao médico ou simplesmente prescrevendo medicamentos. Todos devem ter em mente que o tratamento pode durar meses ou talvez anos.

Em alguns casos esta fobia pode estar relacionado a alguma dificuldade de leitura.

Novo estudo da Universidade de Stanford (EUA) comprova a eficácia do método fônico na alfabetização de crianças.

Atenção!

Não sou especialista no assunto, o texto visa lançar um pouco de luz sobre o assunto, recolhi estas informações de alguns artigos no objetivo de tentar agrupar o maior número de informações sobre o assunto em um só lugar.

Caso tenha alguma suspeita que sua criança esteja sendo acometida por esta fobia procure um terapeuta.

1 “FOBIA ESCOLAR  – ResearchGate.” 23 nov. 2017, https://www.researchgate.net/publication/265070048_FOBIA_ESCOLAR. Acessado em 22 dez. 2017.

2 “Fobia escolar: quando a escola é o inimigo – Oficina de Psicologia.” 15 jun. 2015, https://oficinadepsicologia.com/fobia-escolar/. Acessado em 22 dez. 2017.

3 “Fobia – Wikipédia, a enciclopédia livre.” https://pt.wikipedia.org/wiki/Fobia. Acessado em 22 dez. 2017.

4 “Fobia escolar: quando a escola é o inimigo – Oficina de Psicologia.” 15 jun. 2015, https://oficinadepsicologia.com/fobia-escolar/. Acessado em 28 dez. 2017.

5 “On the Outside Looking In: School-Phobic Students Incapable of ….” http://aspeneducation.crchealth.com/article-school-phobias/. Acessado em 22 dez. 2017.

6 “Dessensibilização Sistemática: definição e aplicação – Portal ….” 13 mar. 2012, https://www.comportese.com/2012/03/dessensibilizacao-sistematica-definicao-e-aplicacao. Acessado em 22 dez. 2017.

Letra Cursiva

Você acaba de encontrar o material de letra cursiva mais vendido do Brasil!

Pare agora mesmo de procurar atividades de letras cursivas!

 O Método Cursiva Intensiva é PREMIUM porque  não existe no Brasil nenhum material que ENSINE O PASSO A PASSO para desenvolver a letra cursiva de forma lúdica e eficiente, com mais de 200 atividades totalmente voltadas ao ensino e fixação da letra cursiva, e  ainda possui atividades das famílias silábicas e sílabas complexas.

 

Alguns exemplos de atividades:

Você sabe qual a importância de dominar a letra cursiva para a vida da sua criança?

Como funciona?

Adquirindo HOJE você garantirá 3 super bônus:

CLIENTES SATISFEITOS!

Tome a melhor decisão para educação do seu filho!

Aproveite enquanto o material completo está em promoção!

Hoje de

R$ 67,00

Por:

R$ 39,00

Somente para as 100 primeiras  

compras do dia!

Dezenas de pessoas compram por R$67,00 todos os dias, você teve muita sorte de receber essa oferta!

-> O aprendizado da letra cursiva está sendo cada vez menos exigido nas escolas, então aproveite para ensinar a letra cursiva  que será um grande diferencial para a vida escolar do seu pequeno(a).

 

______________________

->  O material NÃO é um caderno de caligrafia!

São mais de 200 atividades com uma metodologia eficiente para ensinar o passo a passo  e o aperfeiçoamento da letra cursiva.

______________________

-> Você nunca mais precisará perder tempo procurando atividades ineficientes e com fontes de letras cursivas fora do padrão, que atrapalham o aprendizado, pela internet.

_______________________

-> O quanto antes você apresentar a letra cursiva, haverá mais chances do seu filho(a) aprender de forma eficiente.

_____________________

 

7 Dias de garantia!

Fique segura da sua decisão! O Kit Tarefinha Lúdica assume todo o risco!

Se no prazo de 7 dias por qualquer motivo, você achar que o material não faz sentido para você, ou seu filho não demonstrar interesse, basta enviar um e-mail que devolvemos todo seu investimento sem burocracia.

Não deixe para depois,  essa é uma oferta exclusiva, o preço poderá ser reajustado para o valor que ele realmente merece estar quando você sair do site.

Você não tem nada a perder e dará ao seu filho a possibilidade de um aprendizado eficiente, lúdico e divertido, por um valor de investimento IMPERDÍVEL!

Clique no botão abaixo e garanta o valor promocional agora mesmo!

Perguntas frequentes:

Muito simples e vapt-vupt ! O material chegará no seu email automaticamente após a compra!

Sim! Trabalhamos com a plataforma Hotmart, uma das mais seguras e respeitadas no meio digital.

Não! O material é 100% digital, em PDF e você poderá acessar para sempre e em qualquer lugar!

Ele é indicado para crianças de 5 anos até 9 anos.

Disclaimer:

Este material não substitui o acompanhamento pedagógico adequado à criança.

 

KIT TAREFINHA LÚDICA

Todos os direitos desta obra, como reprodução, alteração, distribuição comercialização, pertencem ao seu criador ou editor e só podem ser utilizados com sua autorização.
SUA REPRODUÇÃO, VENDA OU DISTRIBUIÇÃO NÃO AUTORIZADA ACARRETARÁ NAS PENALIDADES DA  Lei de Direitos Autorais – Lei nº 9.610/98.

 

Este site não é afiliado ao Facebook ou a qualquer entidade do Facebook. Depois que você sair do Facebook, a responsabilidade não é deles e sim do nosso site. Fazemos todos os esforços para indicar claramente e mostrar todas as provas do produto.

Nós não vendemos o seu e-mail ou qualquer informação para terceiros. Jamais fazemos nenhum tipo de spam.

Se você tiver alguma dúvida, sinta-se à vontade para entrar em contato por e-mail [email protected] Lemos e respondemos todas as mensagens por ordem de chegada.

5/5